Na última quarta feira (5), Lucy esteve no BUILD Series em New York para contar um pouco de sua parceria com o hospital St. Jude, que ajuda crianças com câncer. Ela contou tudo sobre como descobriu o hospital, sobre sua camiseta em parceria com o mesmo através do Omaze (você pode comprar a sua clicando aqui). Confira o vídeo legendado pela nossa equipe abaixo:

Confira as fotos em HQ da Lucy no BUILD clicando nas miniaturas abaixo:

APARIÇÕES EM EVENTOS – EVENTS & APPEARANCES > 2018 > 05/09 – AOL BUILD SPEAKER SERIES IN NEW YORK

aolbuild050918-001.jpg aolbuild050918-012.jpg aolbuild050918-010.jpg aolbuild050918-011.jpg

FOTOS TIRADAS POR PAPARAZZI – CANDIDS > 2018 > 05/09 – OUTSIDE BUILD SERIES IN NYC

outsidebuild050918-003.jpg outsidebuild050918-004.jpg outsidebuild050918-004.jpg outsidebuild050918-005.jpg

Lucy concedeu uma entrevista para a W Magazine contando sobre suas inseguranças de beleza e o que ela aprendeu sobre maquiagem em Pretty Little Liars. Confira traduzido abaixo:

No momento que Lucy Hale pisa na calçada, do lado de fora da clínica da guru de cuidados com a pele Kate Somerville em West Hollywood, os paparazzis fotografam famintamente. E dentro, toda vez que Hale entra na sala, grupos de pessoas inundam atrás dela. A cena é o suficiente para deixar até um espectador ansioso mas para a antiga Pretty Little Liars e estrela de Dude, filme 4/20 não reconhecido da Netflix, é o seu normal.

Uma das maneiras que Hale lida com isso é praticando cuidados pessoais, mantendo uma rotina de cuidados com a pele nutritiva. “Para mim, eu me torno mais bonita por fora quando eu estou trabalhando por dentro,” ela me conta, após irmos para o quarto do fundo. “Nem sempre foi assim. Acho que vem com a idade.”

Hale cresceu no olho do público, desde que conseguiu seu papel de descoberta em PLL como Aria. A atriz de 29 anos fez um trabalho admirável, também evitando qualquer tabloide – tudo isso numa audiência de, agora, 21.5 milhões e contando, de seguidores no Instagram. Confiança é uma parte disso, ela me revela. Abaixo, Hale divide como ela conseguiu abraçar suas inseguranças, onde ela aprendeu a fazer sua maquiagem (fãs de PLL sabem) e tendências de beleza que ela não consegue concordar.

Qual é sua rotina pela manhã?
Qualquer pessoa que me conhece sabe que minha pele é algo que eu não pulo. Tem vários passos. Primeiro, eu limpo duas vezes e então uso tônico. Eu esfolio algumas vezes por semana. Recentemente aprendi que você tem que colocar serums e tônicos do mais fino para o mais grosso. Isso na verdade é de cuidados com a pele coreana – eles te ensinam a fazer dessa maneira. Leva um tempo mas vale a pena para mim porque eu tinha muitos problemas com minha pele quando estava crescendo e até como adulta. Então tenho que fazer todas essas coisas para minha pele não enlouquecer.

Como sua rotina mudou no decorrer dos anos?
É principalmente sobre consistência. Eu costumava ter marcas loucas – tipo bolhas – o tempo inteiro e mudei meu hidratante. Então para mim é sobre fazer a mesma coisa o tempo todo e fazer uma facial boa. Com toda maquiagem e viagens, eu preciso garantir que tiro tudo.

Cuidado com a pele deve ser simples mas tem tantas distrações como as tendências. Muito é tendência e muito disso é embalagem. Mas é diferente para todos, a pele de todo mundo é diferente, e estilo de vida também afeta. Para mim é testar e errar e ver o que funciona. Eu gostaria de ser o tipo da pessoa que faz todas coisas brilhantes. Até quando eu faço uma facial, tem que ser sobre hidratação e pele leve. Tem uma facial de oxigênio que eu amo. Eu quero conseguir fazer as coisas loucas e divertidas mas minha pele não reage bem.

Eu estou aqui hoje porque Kate Somerville tem um novo retinol de vitamina C. As pessoas sempre perguntam, “Qual é sua arma secreta? – e para mim, é retinol porque faz sua célula mudar então você está constantemente se livrando da primeira camada de pele que causa espinhas. Obviamente é bom para anti envelhecimento. Minha pele é muito sensível – Não posso colocar coisa que tem muita merda – os produtos dela mantém minha pele boa.

Qual é a tendência de beleza que você nunca experimentaria?
Se sobrancelhas finas voltassem eu acho que não conseguiria fazer. Eu tive uma audição recentemente onde eu tinha porque era na era de 20 e 30 onde usavam sobrancelha fina. Eu tive que passar corretivo nas minhas sobrancelhas e não foi um look bonito em mim. Vou continuar com sobrancelhas grossas.

Qual foi a maior loucura que você fez pela beleza? Se você pensar sobre isso, eletrólise para remover pelo é loucura. Você foi ótima em Dude. Você já experimentou produtos de beleza com maconha?
Engraçado você perguntar, eu tenho uma máscara CBD em casa. Ainda não usei mas é uma especialista que está desenvolvendo essa linha e ela me disse, “Use um pouco.” Ainda não foi aprovado mas estou curiosa para testar. Funciona com tudo por que não seria beneficial para pele?

Qual foi sua memória favorita relacionada a beleza no set de PLL?
Meu Deus. Eu cresci naquela série. Meus 20 inteiros foram naquela série e eu aprendi tudo de maquiagem no trailer. Eu comecei com 20 e não sabia o que estava fazendo. Nós nos divertimos muito com produtos de beleza na série. Eu aprendi a colocar cílios postiços e minha pele estava muito ruim então eles me ajudaram a aprender como me maquiar para minha pele.

Aria usava alguma maquiagem que você não era fã?
Um dos motivos porque eu realmente gostava de interpretar Aria é porque ela não ligava. Ela não seguia as regras. Ela era legal mas não tentava ser. Talvez eu não pintaria meu cabelo mas eu tive cabelo rosa recentemente. Ela usava a moda de pena. Ela era alguém que eu me espelhava porque ela não fazia as coisas para os outros.

Como você lida para bloquear o barulho? Como você supera suas inseguranças?
É difícil. Minha indústria não facilita mas em geral ser mulher é um desafio. Especialmente no mundo das redes sociais, é difícil bloquear negatividade. Nós nos comparamos com outras pessoas sem perceber. Conforme fui crescendo, aprendi que sempre vou ter coisas que me sinto estranha mas é sobre abraçar as coisas que amo em mim e tomar boas decisões. Eu me sinto no meu melhor quando estou saudável, me exercitando, andando com pessoas legais e me desafiando a ser melhor.

Se você está tendo um dia difícil, como você muda isso?
Sempre lembrando que sentimentos e emoções são temporários. Nada é permanente. Se estivesse chateada eu ficara para baixo pois achava que iria durar para sempre. Você só tem que lembrar que a vida é uma montanha russa e ter dias ruins te faz apreciar os bons.

Acho que sim. Acho que agora as mulheres estão sendo vistas por mais do que a aparência. Vozes estão sendo ouvidas e mulheres estão tomando destaque.

Cynthia Nixon está concorrendo para governadora de Nova York. Mulheres estão tendo mais oportunidades, não apenas nessa indústria mas em outros lugares. Eu acho que é muito legal que mulheres poderosas estão falando sobre coisas porque reflete nas outras indústrias. É dar às pessoas a coragem de falar sobre o que realmente importa e perceber as merdas. Eu sei, para mim, sou uma pessoa tímida e tenho dificuldade em me defender. Mas estar entre mulheres que estão colocando o pé no chão é inspirado para mim e me tornei melhor nisso.

Fonte: W Magazine

Hoje foi divulgada uma entrevista da Lucy para a revista Haute Living, onde ela conta mais sobre o abuso sexual que sofreu (onde contou em um post, já deletado, em suas redes sociais). Confira traduzido abaixo:

Em Hollywood é fácil se perder – em um papel, na sua própria onda, na brilhosa calçada da fama. Lucy Hale pode admitir isso: por um tempo, ela também estava perdida. E o que mais? Com apenas 29 anos, ela não tem pressa para se encontrar.

Depois de interpretar Aria Montgomery na série de drama da Freeform, Pretty Little Liars por sete anos consecutivos, não é de se admirar que Hale teve uma crise de identidade. Ela não só se tornou sua personagem, mas também interpretou uma adolescente na maior parte dos seus 20 anos. Enquanto Aria, a garota, dominava, Lucy, a mulher, se perdeu. O papel estava inadvertidamente impedindo ela de crescer. Parafraseando Britney Spears, Hale não era uma menina, mas também ainda não era uma mulher.

“Foi muito divertido, mas tentar encontrar uma identidade fora da minha pessoa pública. Por um tempo, era quem eu achava que era,” ela admite. “Eu pensei que deveria viver para algumas expectativas, do que as pessoas esperavam que eu fosse. Foi miseravelmente tentar manter isso e tentar manter uma imagem pública perfeita.” Ela pausa e adiciona, “Eu tive que deixar essa parte ir.”

Ela teve sua epifania um pouco depois de encerrar PLL em 2016. “Eu passei por essa fase estranha, e não era o mais feliz que eu estive,” ela se lembra. “Eu estava passando por umas m*rdas de ser humano real que todos passamos, e foi um pouco depois disso que eu falei para mim mesma que ia fazer grandes mudanças que me deixariam mais feliz. Parte disso é cortar as porcarias e tomar decisões por mim mesma, não pelos outros.”

Hale age como se não é grande coisa fazer essas revelações – como se sua franqueza não fosse uma anomalia, e é impressionante que para alguém que construiu sua carreira interpretando uma mentirosa, ela é, na verdade, completamente o oposto.

“Fama e essa noção pré-concebida do que é meu estilo de vida, não é real,” ela mantém. “É tão artificial, tão falso, e poderia ir embora. Não é real, e é o que venho tentando aprender. Sim, eu sou abençoada: Eu tenho uma casa, um emprego, notoriedade e as pessoas me reconhecem, e isso é o que muitas pessoas queriam ter. E é parte de mim, mas não tudo. Eu tenho que achar essas coisas que me deixam normal e me mantém com o pé no chão.”

Para nós, ela obteve sucesso. Quando nos encontramos no Aroma Café, que está repleto de colegas criativos lendo roteiros e conversando sobre negócios, ela não apenas empurra a mesa suja sozinha, mas até se oferece para pagar. Não é forçado — ela só está sendo ela mesma. Seu objetivo na vida é ser “honesta, legal e boa”. Ela assinala cada caixa.

“Eu estou descobrindo as coisas como qualquer um. Eu tento manter tudo real,” ela reconhece, percebendo que parte da tentativa de manter o pé no chão era, acima de tudo, cortar as redes sociais. A estava deixando miserável, embora ela tivesse 19,9 milhões de seguidores no Instagram, ela não tem vergonha de admitir.

“É quase como uma doença,” Hale diz. “Estamos tão viciados, e no que as outras pessoas estão dizendo. Honestamente, eu sei que parece clichê dizer que as redes sociais estavam afetando minha felicidade, mas realmente estavam. Era importante para mim me desconectar disso, colocar meu telefone de lado um pouco e viver a vida ao meu redor.”

Se você olhar para as redes sociais, verá os suspeitos de sempre: headshots com poses artisticas, clipes de projetos e selfies de celebridades. Mas se você olhar mais de perto, verá a Hale real em uma camiseta larga da Whitney Houston, sem maquiagem, agarrando seu cachorro, fazendo graça da sua altura com legendas como “Nunca estive mais alta.”

Mas além desses vislumbres da verdadeira Lucy, é a essência das estrelas e momentos de red carpet que deixam os fãs felizes, então ela se obriga. “É uma roda de destaques. É todo mundo em seus melhores dias, portando fotos que eles nunca tiraram centenas de vezes e colocam mil filtros em cima,” ela diz, adicionando que ela também é culpada por fazer isso. “Não estou dizendo que não estou procurando por aprovação, porque não é isso. Tem dias que eu preciso disso das pessoas. Mas é legal estar em uma idade e momento da minha vida onde isso não é a coisa mais importante, porque por muito tempo, foi. Não é mais; eu me libertei.”

Não é coincidência que essa recém-descoberta clareza coincidiu com o fim de PLL e as intermináveis possibilidades que liberdade na carreira ofereceram. Por mais que ela amasse a série, ela precisava se distanciar dessa adolescente que ela interpretava. Com o movimentado oásis de atores e roteiristas nos cercando, Hale fica calada enquanto fala sobre o ano de crescimento pessoal e profissional que se passou desde o término da série.

“É por isso que estou fazendo papeis mais dark, porque você acaba sendo escalada pelo seu tipo – especialmente quando está na TV toda semana e as pessoas te vêem assim,” ela conta. “Depois de PLL, vieram muitas ofertas até mim que eram exatamente a mesma série, e a mesma personagem. Eu tive que recusar porque criativamente eu queria fazer algo diferente. É fácil se entediar, então eu tenho que mudar constantemente.”

Quando ela arrumou as malas metafóricas e saiu de Rosewood, ela não olhou para trás. Ela estava pronta para crescer. “Eu sempre vou ter um lugar especial no meu coração para a série, porque mudou minha vida,” ela explica. “Mas, honestamente, estava na hora de ir. Eu fiquei triste de deixar para trás o que eu considerava uma família – mesmo que eu não tenha realmente os deixado para trás, eles ainda estão em minha vida – mas eu também estava animada. Era um novo capítulo. Criativamente, eu precisava de algo novo para me estimular novamente.”

“Estar em uma série tanto tempo, você vive em uma caixa,” ela continua. “Era melancólico, mas a maioria do tempo eu ficava meio ‘Mal posso esperar pelo meu próximo trabalho.’ Colocamos essa série no chão.'” (O que quer dizer, desculpem fãs, vocês não vão ver Hale reprisando sua personagem no spin-off de PLL, The Perfectionists, que é estrelado por suas ex-colegas de elenco Sasha Pieterse e Janel Parrish, que tem sua premiere em setembro.)

Em uma tentativa de se separar da Aria, ela escolheu projetos estrategicamente por sua diversidade. No último ano sozinha, ela estrelou o filme da Netflix, Dude; o filme de terror Truth Or Dare; e o indie charmoso The Unicorn, o que lhe rendeu vários elogios quando estreou no SXSW. Ela voltou para a TV em 2017, em Life Sentence, da CW, como Stella, uma mulher que depois de ser diagnosticada com câncer terminal, literalmente vive como se estivesse morrendo. E é quando seu prognóstico muda miraglosamente que ela tem que lidar com as ramificações de seu comportamente compulsivo.

“Eu quero dizer que interpretar a Stella foi estratégico porque ela era o oposto da Aria, e eu queria que as pessoas me vissem de uma luz diferente. Foi sem dúvida a melhor decisão que eu poderia ter feito por mim mesma,” ela afirma.

A série infelizmente foi cancelada uma semana depois de nossa entrevista, mas antes de receber a notícia, a atitude de Hale era “o que será, será”: “Era exatamente o que eu precisava no momento certo. Nos programamos para contar uma linda história, e acho que conseguimos isso.” Ela ecoou esse sentimento publicamente no dia 8 de maio, twittando, “Às vezes as coisas não ressoam com o público, e as séries apenas não funcionam, mas estou orgulhosa do que realizamos e pela experiência que tive.”

Não que ela estivesse na ponta dos pés esperando pela notícia, mas ela disse que em vez de deixar a incerteza a deixar para baico, ela cresce com isso. “Eu sou viciada ao sentimento do desconhecido,” ela admite. “Esse negócio é difícil – tem muitos altos e baixos. Honestamente, sou sortuda que estou viva nesse negócio doido.” Ela pausa, e sorri. “Bom, até agora.”

Nem sempre vem com facilidade. Ela é uma pessimista natural, como ela mesma se chama “a pior das hipóteses, preto ou branco” – como todos nós – deixando o medo irracional tomar conta dela. Mas no último ano, ela vem dando passos para a mudança disso, mandar embora o que ela não controla, crescer.

Quando você é uma doida controladora, mandar embora é um desafio. A mesma coisa com mandar o medo embora. O medo de Hale é estar sozinha com ela mesma, que ela lutou com unhas e dentes este ano, satisfazendo sua grande paixão por viajar e escapando para o spa de bem-estar Canyon Ranch, no Arizona, para uma pequena busca solo da alma.

“Eu tenho medo de ficar sozinha e escutar meus pensamentos; eu odeio isso,” Hale revela. “Eu penso demais e analiso demais. Eu estava lidando e pensando sobre algumas coisas e emocionalmente trancando um monte de coisa, e eu finalmente lidei com algumas dessas coisas caminhando e meditando e sentando comigo mesma. Tinha muito pouca tecnologia. Foi meio depressivo no começo, mas perto do fim eu não queria ir embora. Foi a melhor coisa que eu poderia ter feito.”

A viagem a ajudou a mudar sua perspectiva, se perder, se dar uma folga. “Foi como se eu estivesse me reiniciando,” ela conta. “Eu estou indo, indo, indo por mais tempo do que posso lembrar, mas vou ficar melhor com isso de agora em diante. Eu me sinto muito melhor com a vida num geral.”

Nos últimos meses, ela não teve projetos e se encontrou com uma rara folga. Ela está ficando em casa em LA, planejando várias viagens (ela foi para Maui e Paris com um grupo de amigos logo após nossa entrevista) e absorvendo a luz do sol. Mas a viagem para o Arizona ajudou a moldar sua perspectiva sobre a folga: em vez de seu medo típico de nunca mais voltar a trabalhar, agora ela apenas dá de ombros. Uma vida vivida com medo é uma semi-vida. “Normalmente, me assusta quando eu tenho alguns meses de folga porque eu fico tipo: ‘E se as pessoas se esquecerem de mim?’, o que é ridículo”, ela diz. “Mas me sinto tão bem, e o mais saudável e feliz que já estive”.

A expressão “Quando você sabe, você sabe” normalmente se refere a achar o amor verdadeiro, e para Lucy Hale, não é diferente. Seu amor, entretanto, não é uma pessoa, e sim um lugar: Los Angeles.

Seu caso com LA começou quando era jovem. Como um mecanismo de defesa durante o divórcio dos pais, sem amigos, esportes ou hobbies, ela se trancou em Memphis, Tennessee, no quarto, cantando Shania Twain e Martina McBride no karaokê. Ela era tão boa que aos 13 anos foi convidada a cidade dos anjos para uma audição do American Juniors, um spin-off infantil do American Idol.

“Eu me lembro vividamente de sair do avião pensando ‘Eu vou morar aqui um dia e tornar todos os meus sonhos realidade,'” ela se lembra. “Eu estava determinada.”

Sua mãe, uma enfermeira, arrumou as malas e se mudou para o oeste sem um centavo em seus nomes para que Lucy pudesse tornar seu sonho realidade.

Sua carreira de cantora foi para a atuação. Ela fez centenas de audições antes de conseguir um papel pequeno em Drake e Josh, que se seguiu para papeis em Bionic Woman da NBC, Privileged da CW enquanto filmava Quatro amigas e um jeans viajante 2 e Sorority Wars. Seu álbum de estreiam Road Between, foi lançado em 2014, quatro anos depois de achar o sucesso em PLL.

E sim, ela ama LA como um namorado – esse amor é mais profundo, verdadeiro e esta aqui para ficar. “Todos os meus sonhos de infância se tornaram realidade aqui,” ela conta. “Eu cresci aqui, me tornei uma adulta aqui e descobri quem eu era. Eu sinto que posso ser eu mesma aqui.”

E só porque ela ama não quer dizer que ela não canse de Los Angeles. Pode ser arrojado, e de cada 10 experiências positivas, ela teve sua cota de negativas. Recentemente, ela teve sua casa de Sherman Oaks invadida, e muitas das suas coisas foram roubadas. Ela também falou sobre o movimento #MeToo. “Eu experienciei o mínimo de muita coisa, mas abuso é abuso.” ela mantém. “Acho que tem muitas pessoas que foram intoxicadas e abusadas. Aconteceu comigo e com pessoas que conheço. É muito comum. Com sorte, eu sai ilesa; nada me machucou tanto.”

Ela adiciona, “Eu tive momentos obscuros aqui, mas é um lugar que sempre está do meu lado. Eu sei que soa estranho, mas sempre tive facilidade aqui. Para mim, é isso. Eu acho que sempre vou morar aqui. Eu sinto que posso ser eu mesma.”

Esse é definitivamente um adeus a sua educação religiosa do sul, que sempre a fez sentir desconfortável, ela teve uma coceira que não podia coçar. “Eu fui criada como católica, e eu sigo as morais dessa religião,” Hale diz, “mas estou nesse momento de explorar minha espiritualidade e descobrir o que funciona para mim no momento.”

“Quando me mudei para cá, eu sempre me senti um pouco diferente de onde eu cresci,” ela continua. “Tem algumas mentalidades em certas partes dos EUA que estão em uma caixa específica. Não é certo ou errado, é só o que é. Eu sempre senti que estava fora dessa caixa, mas quando eu cheguei aqui, ‘Sim! Essas são minhas pessoas. Elas são tão abertas, e fáceis e não te julgam.’ Eu amo que as pessoas são abertas e aceitam todos os tipos de viver aqui.”

Uma auti-intitulada esquisita que é obcecada por serial killers e crimes verdadeiros, ela não tem problema em admitir que tem cristais, faz Reiki, joga cartas de tarô e acredita que quando “mercúrio está retrocesso, minha vida toda vai pro espaço.”

Tão inesperado quanto seu lado exotérico, dando essa imagem de menina da casa ao lado, Hale tem quase 10 tatuagenns, variações do tema luz – de uma lâmpada (seu nome significa “como luz” no latim), um sol para sua avó e um A com o squad de PLL. Ainda mais surpreendente, ela diz, “Eu amo tatuagens. Acho que se eu não fosse atriz, eu teria os braços fechados.”

E para seu futuro, ela não imagina uma vida sem atuar. “Eu nunca tive um plano B,” ela diz. “Eu não fui para a faculdade. Meu sonho sempre foi o cinema.”

Ela dá uma pausa e morde um brownie antes de considerar, “Acho que esse pensamento que me levou ao sucesso. Se você tem um plano B, sempre tem a ideia na sua cabeça que não vai funcionar, e não é como eu penso. Eu acho que ‘vai funcionar porque eu vou fazer acontecer.’ Eu sou muito teimosa.”

Não que ela não tenha pensado sobre a evolução da sua carreira – ela pensou. Mas como uma procrastinadora, e uma que está feliz onde está, ela não sente uma grande necessidade de atuar em algo… Ainda.

Ela brinca com a ideia de um dia criar uma linha de cuidados para a pele, se tornar uma estilista e talvez dirigir – algo que ela nunca considerou no passado. Mas essas aspirações estão no final: O que ela realmente quer fazer no seu próximo ato é produzir.

“Eu sempre amei atuar, e meu sonho sempre foi fazer filmes, mas eu também amo a ideia de estar por trás das câmeras e colocar os pedaços criativos juntos. Eu sou uma doida controladora, e mesmo quando estou atuando eu quero controlar tudo,” ela diz com uma risada.

Mas como ela já está estabelecida, às vezes você tem que deixar ir, de quem você acha que deveria ser, e da perfeição, porque está tudo bem ser imperfeito. Às vezes, você tem que admitir que às vezes você quer fugir, que é legal escapar frequentemente através de viagens, e que você é obcecado por serial killers e pelo verdadeiro crime.

Esta ex-estrela de drama adolescente possui essas coisas, e é por isso que ela está se aproximando de uma nova fase de sua carreira, recusando-se a lamentar a perda de Life Sentence e se concentrando em seus novos projetos secretos, que são muito mais “escuros” do que ela está acostumada a interpretar. Ela sorri diabolicamente, dizendo: “Eu sempre quis o meu momento Girl, Interrupted”.

A VIDA DE ACORDO COM LUCY

Sobre a moda: “Eu costumava me vestir sempre como se estivesse no Coachella, e é tão brega. Eu tentava todas as modas ao mesmo tempo, e era meio ‘Lucy, calma.’ Em toda roupa que eu usava, eu queria ter uma coisa que ninguém tem, o que incluía jóias.”

Sobre seus itens valiosos: “Eu amo diamantes vintage. Eu comprei um choker de diamante, mas era do distrito dos diamantes na cidade. A coisa mais cara que eu tenho é meu Rolex com diamantes. Eu amo relógios. Meu item mais valioso é um anel da era vitoriana que era da minha avó.”

A coisa mais estranha que ela tem: “Eu tenho um anel de luto da Austrália. Nos anos 1800 e início dos 1900, as pessoas usavam anéis de luto. Quando alguém morria, eles ficavam com uma joia da pessoa morta como honra, e colocavam o cabelo nela. Eu comprei o anel do luto de alguém. Tem uma pessoa ajoelhada em um túmulo e tem uma citação da Bíblia e o cabelo de alguém nela. Alguém provavelmente está me assombrando. Ou meu anjo da guarda.”

Sobre seu ídolo: “Reese Witherspoon é meu ídolo. Ela pega todos os bons livros antes que qualquer outra pessoa consiga e compra os direitos. É genial.”

Fonte: Haute Living

Confira as fotos do photoshoot em nossa galeria clicando nas miniaturas abaixo:

hautelivingjune-001.jpg hautelivingjune-003.jpg hautelivingjune-005.jpg hautelivingjune-006.jpg

Lucy concedeu uma entrevista para a US Magazine, onde dá dicas de cabelo e maquiagem. Confira traduzido abaixo:

Das suas doses diárias de inspiração de cabelo curto para sua moda e maquiagem divertidas, Lucy Hale é todos os tipos de meta de beleza e estilo. Estando ou não no tapete vermelho, a atriz de Life Sentence se tornou-se conhecida por sua vibe de cool- girl e boho-chic, então você pode imaginar nosso prazer quando tivemos a chance de conversar com ela sobre suas dicas e truques dos verão.

Enquanto nós estamos pensando em churrascos de verão e viagens para a praia, temperaturas quentes e úmidas podem tornar difícil continuar bonita. Lucy é fã da marca de desodorante Black+White por que o ultra-claro spray seco transtiespirante é formulado para evitar as marcas brancas e manchas de suor que podem arruinar – você adivinhou – roupas brancas e pretas em particular.

Então, enquanto nós sabemos que o desodorante Black+White deixa Lucy se sentindo fresca, nós também fizemos ela contar o motivo por trás da sua última mudança no cabelo (ela está loira!), sua rotina de maquiagem de cinco minutos para o temperaturas quentes e suas peças de roupa essenciais pós Memorial Day. Continue lendo para todos os favoritos dela!

Seu penteado “contra-calor”
“Eu tenho um vício capilar”, brinca a antiga estrela de Pretty Little Liars, que acabou de postar uma selfie do seu novo cabelo loiro mel curto cortesia do guru de cabelo das celebridades Kristin Ess no Instagram. A cor e o corte são perfeitos para o clima quente, e Lucy está animada com as mechas mais claras porque permite que ela lave o cabelo menos (ela mantém em duas ou três vezes por semana) e pode ser estilizado facilmente com shampoo a seco e spray de textura. “Eu também gosto de prender em um rabo de cavalo baixo,” ela diz, “porque sou preguiçosa.” Nós também, Lucy. Nós também.

A maquiagem de cinco minutos.
Enquanto a atriz admite ser uma “colecionadora de beleza”, ela diz que conseguiu deixar sua rotina de cinco a 10 minutos. “Eu gosto de um look brilhante, com bronze, que mostre minha pele,” ela compartilha sua maquiagem preferida para o verão. Na maioria dos dias, isso significa aplicar um protetor solar com base (ela ama SkinCeuticals Physical Matte UV Defense SPF 50 porque oferece um pouco de cobertura para sua “pele oleosa”), preencher suas sobrancelhas e talvez aplicar um pouco de cor nos seus lábios.

Viaja para uns bons produtos para pele
Para manter suas tendências de beleza, Lucy admite que uma vez andou seis milhas em um país estrangeiro para encontrar seu produto preferido: Biologique Recherche Lotion P50. Enquanto estava viajando em Paris, ela se aventurou na loja conceito da marca francesa de cuidados com a pele para comprar “o equivalente a um ano” do seu amado tônico. Enquanto o líquido com cheiro forte (foi comparado com tudo desde formaldeído até vinagre) leva um tempo para se acostumar, Lucy diz que “faz maravilhas” para sua pele. Ela também é fã do favorito na Austrália o balm Lucas Pawpaw.

O que ela aprendeu no set
Lucy não apenas passou anos em sets mas ela também trabalhou com a mesma equipe pela maior parte do tempo. Ela considera Kelsey Deenihan, maquiadora, uma das suas melhores amigas, e a profissional a ensinou uma ou duas coisas sobre criar uma pele #perfeita. “Assistindo ela eu aprendi como aplicar cílios postiços, preencher minha sobrancelha e passar corretivo nas embaixo dos olhos direito,” ela diz. “Não consigo fazer tão bem quanto ela mas eu tento.”

Essenciais no guarda roupa do verão
Enquanto nós consideramos Lucy uma estrela de estilo por sua habilidade de se vestir arrumada ou básica com facilidade, a atriz diz que nem sempre sabe o que está fazendo no departamento de moda. Ela conta à US que procura inspirações no Instagram e ultimamente tem gostado de comprar peças vintage. “Mal posso esperar para usar algumas dessas roupas no verão,” ela diz.

Fonte: US Magazine

O canal oficial da Modelist Magazine no YouTube divulgou recentemente os bastidores da sessão de fotos que a Lucy fez com a revista para a capa de junho. Confira:

 

Lucy é a covergirl da Modeliste Magazine, hoje (15), foi divulgada a capa da edição de junho da revista, acompanhada de uma entrevista. Confira abaixo traduzido:

Lucy Hale é uma força da natureza. Maravilhosa com sua beleza radiante, estilo chique sem esforço e a garota sulista da casa ao lado com um toque de poder feminino, Lucy é o ídolo de muitos fãs obcecados de PLL ao redor do mundo. Nossa capa de junho, conta em entrevista no set da nossa sessão de fotos em Malibu e nos dá detalhes sobre seu último dia filmando PLL, seu novo filme e últimos projetos, seus itens sagrados de beleza e o que ela ama fazer quando não está trabalhando. Não é surpresa porque todos amamos a Lucy.

O que te inspirou a ser atriz?
O que me inspirou provavelmente foi meu amor pelo entretenimento quando eu era criança. Eu nunca fui boa em esportes, eu não gostava muito da escola mas eu amava brincar de me vestir e eu amava cantar e e fingir que era outra pessoa. Então, esses eram meus hobbies enquanto eu crescia. Quando eu tinha uns 13 anos, eu pensei “Oh, essa pode ser minha carreira. Eu poderia fazer isso para viver.” O que foi ótimo porque eu nunca tive um plano B. Eu nunca pensei em fazer outra coisa. Bate na madeira. Eu sou grata que está funcionando. Veio naturalmente a mim quando eu era pequena e com sorte isso funcionou em minha vida adulta também.

Qual foi o seu primeiro papel?
Meu primeiro emprego foi em LA, foi um comercial de bonecas Bratz. Muito excitante, eu sei. Eu tinha uns 15 anos e estava brincando com os cabelos das bonecas, mas isso foi minha folha de pagamento então eu estava muito animada. Meu primeiro papel atuando foi em Drake e Josh, que era uma série da Nickelodeon e eu tive uma fala nela. Meu primeiro papel como principal foi quando fui escolhida para fazer o remake de Bionic Woman na NBC. Isso abriu muitas portas.

Muitas pessoas me conhecem como Aria Montgomery de PLL. A experiência toda foi um sonho virando realidade porque não é muito comum uma série ficar tanto tempo no ar. A série se tornou um fenômeno. Eu fico constantemente assustada com a resposta que ainda temos quando eu viajo para fora do país. O sucesso que foi em todos os lugares vem sendo incrível. É estranho para mim porque eu vivo na minha bolha e não percebo o sucesso que foi e ainda é. Eu sou tão grata por essa experiência e o que me ensinou. Eu passei oito anos aperfeiçoando meu ofício e indo trabalhar todos os dias fazendo algo que eu amo.

Eu estou em uma ótima etapa da minha carreira no momento, onde eu posso ser mais criteriosa sobre os papéis que eu escolho. É excitante ver o que todos da série estão fazendo agora. É agridoce porque formamos uma família, e oito anos é um bom tempo, mas ainda conversamos e é excitante ver todos se ramificando e tentando coisas novas.

Como foi o último dia de filmagem?
O último dia de filmagens de PLL foi na verdade a cena do casamento entre a Aria e o Ezra. Então foi legal terminar a série dessa maneira mas foi um dia muito emocionante. Eu lembro de todos da equipe aos produtores e ao elenco, estavam chorando o dia todo. O encerramento para mim no vestido de noiva foi na verdade a última cena que fizemos em PLL. Foi muito emocionante. Eu sou péssima em dar adeus e terminar as coisas. Eu sei que deveria ter ficado lá e passado um tempo com todo mundo mas eu não consegui, então eu simplesmente saí. Não ia aguentar dizer adeus a todos naquele dia. É estranho pensar que faz um ano e meio que acabou, é louco.

Você ainda tem contato com seus colegas de PLL?
Eu mantenho contato com a maioria das pessoas envolvidas em PLL, mas estamos em cidades diferentes e fazendo projetos diferentes e é por isso que a tecnologia é tão boa. Nos atualizamos uns aos outros pelas redes sociais e eu encontrei com o Ian outro dia. É difícil conseguir todos no mesmo lugar ao mesmo tempo, mas acho que vamos ter uma pequena reunião logo.

Você está estrelando um drama na CW no momento, “Life Sentence.” Pode nos contar sobre o que é a série e como é sua personagem?
Eu estou em uma série na CW no momento chamada Life Sentence. Foi minha partida de PLL então eu sabia que teria que ser mais criteriosa sobre o que eu faria a seguir. Isso meio que caiu no meu colo porque eu ouvi um pouco sobre e eu sabia que teria que ser a garota que iria interpretar essa personagem, que era algo que eu tinha que fazer parte.

Eu interpreto Stella Abbott, que é uma menina que está vivendo com câncer terminal pelos últimos oito anos de sua vida. Ela tomou todas essas decisões espontaneamente e estava vivendo como se estivesse morrendo e estava contente com a ideia de morrer. Descobrimos no episódio piloto que ela está curada e ganhou uma segunda chance na vida. Então, começa como uma coisa e então se torna uma série sobre uma menina que nunca conheceu o mundo real. Nunca descobriu quem ela era porque ela não tinha que se perguntar isso.

É sobre ela achar seu caminho e descobrir que tipo de pessoa ela quer ser. Mas não apenas para ela, para toda sua família também, o câncer afeta todos a sua volta.

Eles vinham escondendo coisas sobre eles mesmos, e sua mãe sai do armário e seus pais se divorciam. Ela descobre que seu irmão é um traficante e sua irmã odeia os filhos dela. Pela primeira vez, Stella vê o mundo como ele realmente é. É uma série muito divertida de fazer parte e tem muito coração. Acho que precisamos de mais séries assim. Eu amo interpretá-la, ela é alguém que eu quero ser um dia.

Qual é a parte mais desafiadora da sua personagem na série?
Eu diria que a parte mais desafiadora de interpretar a Stella é que eu nunca estive em uma posição onde eu savia que a morte estaria tão próxima. Nunca temos garantia de nada, mas eu nunca tive o câncer me afetando pessoalmente, o que é muito raro porque uma em quatro pessoas é afetado por isso. Eu estava fazendo muita pesquisa sobre os tratamentos e entrando nisso porque eu realmente não tinha nada para me basear nesse sentido. Tudo veio tão naturalmente porque eu acho que todos nos relacionamos com não saber quem somos e quem queremos ser.

Você recentemente estrelou no filme Truth Or Dare o que parece assustador! Descreva um dia típico no set.
Todo o conceito do filme é escandaloso mas foi muito divertido de filmar. Eu sou uma grande fã de filmes de terror e poder fazer parte de um filme onde estamos fazendo coisas que nunca em um milhão de anos vão acontecer, foi muito divertido.

Foi uma filmagem muito difícil porque foi feita em apenas 23 dias. Estávamos tentando ter o máximo de conteúdo nesses 23 dias, então foi muita energia. Foi muita correria por aí. Muito de fazer uma cena em um take e torcer para que desse certo. Mas, foi um ótimo elenco. E meu amigo, Tyler Posey estava nele. Foi ótimo poder passar um tempo com ele, gritar e estar cercada de sangue falso o dia todo. Foi muito divertido.

Qual foi o desafio mais memorável que alguém te pediu para fazer quando você jogou Verdade ou Desafio na vida real?
O desafio mais memorável veio do meu cunhado alguns anos atrás. Ele me desafiou a ir fazer sky-diving com ele, e na época, era um escândalo para mim porque eu tinha muito medo de avião e de altura. Era tudo que eu evitava a todo custo. Eu sendo teimosa como sou, disse “Sim, eu faria isso.” Então eu acabei fazendo e eu acho que isso me ajudou com meu medo de altura. Foi uma das coisas mais legais que já fiz. Recomendo muito.

Descreva seu estilo diário.
Descrever meu estilo diário é realmente difícil. Essas perguntas são difíceis porque eu não sinto que me encaixo em uma categoria. Eu estou em constante mudança. Sou definitivamente do time do conforto, eu diria que estou em uma fase vintage no momento. Eu amo ter algo dos anos 70. É a típica jaqueta de couro, jeans, uma camiseta e tênis. Pode mudar dependendo de como me sinto.

Você recentemente pintou seu cabelo de loiro! O que te inspirou a fazer essa mudança e você está gostando?
Como pode ver, sou uma loira no momento, o que é muito divertido. Nada me inspirou. É mais ter um vício capilar e sempre precisar estar mudando. Eu fui morena por muito tempo que eu pensei, com o verão chegando, seria legal mudar um pouco. Quem sabe, semana que vem, pode ser uma cor diferente. Eu não sei se loiras se divertem mais porque eu sim, morena, me divirto muito mas é sempre bom mudar um pouco.

Qual foi seu último alarde fashion?
Foi em Chicago e eu estava passando na loja da Dior e tinha essa linda bolsa. Então eu entrei planejando só dar uma olhada. É assim que começa, mas eu acabei comprando essa bolsa vermelha da Dior com listras. Foi muito legal. Então, é claro, eles me convenceram a comprar esse suéter da Dior e camiseta, mas principalmente a bolsa. As bolsas são muito fofas.

Qual seu produto sagrado no momento?
É de uma linha chamada Biologique Récherche. Eu fui em um spa em New York e eles vendem essa linha. Meu produto favorito é o Toner de fator 50. Eu juro. A única coisa é que fede muito. Tem phenol então não cheira bem. Você coloca antes da loção e aparentemente, você usa por um ano, e sua pele se transforma.

Se você tivesse que usar uma cor pelo resto do ano, qual seria?
Seria preto porque é praticamente meu guarda-roupa inteiro. Eu sinto que é uma cor pra todo momento e todo mundo fica ótimo em preto.

Você tem o maltipoo mais fofo chamado Elvis que tem seu próprio Instagram. Se você tivesse que descrever o Elvis em 3 palavras, quais seriam?
Meu bebezinho Elvis é minha vida. Eu sou a doida dos cachorros. Se eu pudesse descrever ele em três palavras, seria: indisciplinado, mimado e apaixonado. Ele é muito doce. Eu nunca tive um cachorro que te deixa segurar ele como uma boneca. Ele ama deitar junto comigo e tem que estar no meu colo todo o tempo. Ele é a coisa mais doce e melhor coisa do mundo.

O que você gosta de fazer nos dias que não está trabalhando ou gravando?
São sempre essas perguntas que me fazem perceber “Eu preciso de hobbies.” Mas eu gosto de sair. Eu vivo em LA, então está sempre lindo na rua. Eu gosto de caminhar e eu sou uma dessas doidas que gosta de malhar. Isso é meio que minha terapia. Eu gosto da SoulCycle, e então eu malho com um treinador e saio para correr.

Então eu gosto do oposto disso. Eu assisto qualquer coisa e tudo na TV. Se eu tenho um tempo livre, eu vou para o Tennessee. Eu sou muito próxima da minha família então é divertido pegar um vôo para casa para o fim de semana. Mas além disso, eu faço coisas de pessoas normais, como ir no mercado. Eu amo fazer compras no mercado. Eu tenho que olhar todas as prateleiras.

Você tem alguma obsessão musical no momento?
O novo álbum da Kasey Musgraves, Golden Hour é muito bom. É como um sonho de qualquer compositor. Ela é tão legal, como se o country convencional se encontrasse com um sentimento retrô psicodélico e eu acho que tudo que ela faz é incrível e eu recomendo muito esse álbum para qualquer um. Então, tem também o LAUV, que é um ótimo compositor. Tem uma vibe mais pop e soul. São meus dois favoritos no momento.

O que você mais gosta de ser parte da Modeliste Magazine?
O que eu mais amo é obviamente os locais maravilhosos que eles escolhem para as sessões de fotos; Eu sei que a Shay pode fotografar em locações incríveis e qualquer desculpa para eu ir para a praia é maravilhoso. A moda também é incrível. Modeliste tem esse estilo – lindas sessões de fotos, lindas roupas e eu estou honrada de estar na capa.

Confira os scans da revista clicando nas miniaturas abaixo:

modeliste2018scan-002.jpg modeliste2018scan-010.jpg modeliste2018scan-005.jpg modeliste2018scan-014.jpg

Confira abaixo a entrevista em vídeo: